quarta-feira, 13 de agosto de 2008

Morte

Minha filha me ligou agora há pouco e disse estar chocada com a morte da irmã de um amigo seu. Que ela tinha 14 anos e teve um problema... E morreu.O que eu posso dizer a respeito disso é o seguinte:Quem foi que disse e pra quem, que existe um tempo padrão para se morrer?Hoje nós estamos aqui, amanhã... Quem sabe?!!!Jovens ou velhos morreremos um dia, quem vai antes de quem, isso é com Deus, certo é que a hora que Ele puxar sua ficha, tchauzinho.E daí?!Daí, viva intensamente o seu dia de hoje, ame sem restrições, perdoe as pessoas que te querem mal, por que as que te querem bem são mais fáceis. Pense positivamente a respeito das coisas, faça e viva coisas boas, ajude sempre que puder e não atrapalhe jamais. Não tire proveito de situações dolorosas, se tiver que se solidarizar faça-o sem segundas intenções. Nós não somos criados para encarar a morte como algo normal, que vai acontecer a todos, a qualquer minuto de um dia qualquer, chova ou faça sol, nós criamos e fomos criados para a vida, para o bem-estar, para a saúde, para os requintes da vida e isso precisa acabar antes que o insólito aconteça. Converse sobre as coisas incompreensíveis e de difícil aceitação, pela perda causada, com seus filhos. Não os amedronte, porém oriente-os para o fato. Pense sempre nas conseqüências do que você faz e avalie os riscos, mas não fuja da vida tentando driblar a morte, só seja cauteloso. O resto é com o chefão de todas as coisas.

Um comentário:

Flá disse...

O que nós sempre vimos, ou que de alguma forma está embutida nas cabeças das pessoas é a ordem cronológica das coisas, ou seja, que os mais velhos se vão primeiro que os mais novos, e talvez seja por isso que a morte de uma menina de 14 anos, cheia de vida, nos abale mais que o normal. Mas com certeza isso nos serve para pararmos e pensarmos um pouco melhor nas nossas vidas, como a temos levado, e pensar também que não é só nessas horas tristes que devemos fazer isso, mas durante todo o tempo, aproveitar melhor seu dia, as pessoas com quem convive, o que e pra quem fala...